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A balança comercial de junho fechou com déficit de US$ 115 milhões

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La A balança comercial registou um défice de 115 milhões de dólares em junho, o primeiro saldo negativo desde dezembro de 2020 até à data, informou nesta quarta-feira (20.07.2022/XNUMX/XNUMX) o Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

O défice verificado no sexto mês deste ano foi essencialmente explicado pelos aumentos nas compras de gás natural liquefeito e gasóleo, num valor de 422 milhões de dólares em ambos os casos; gás natural em estado gasoso, por 117 milhões de dólares; e fosfato monoamônio, por 106 milhões de dólares), entre outros aumentos.

Em junho, o As exportações totalizaram US$ 8.432 bilhões, com aumento de 20% em relação ao ano anterior, enquanto o euAs importações somaram US$ 8.547 bilhões, um aumento de 44% em relação ao mesmo mês de 2021.

O INDEC informou que, se os preços de junho do ano passado tivessem prevalecido, a balança comercial teria apresentado um superávit de US$ 224 milhões.

Este último é explicado pelo fato de o índice de preços de exportação ter aumentado 20,7%, abaixo dos valores dos produtos importados, que subiram 26,4%.

Semestre

Neste quadro, o resultado das trocas comerciais ao longo do primeiro semestre do ano marcou um Saldo positivo de USD 3.093 bilhões, em comparação com US$ 6.774 milhões em janeiro-junho de 2021.

Entre os fatores que impactaram o resultado do sexto mês do ano, segundo o relatório do Indec, também estava o valor unitário do frete internacional, de US$ 107,3 ​​a tonelada, valor 48,4% superior ao mesmo período de 2021 (US$ 72,3) e 94,7% superior ao de junho de 2020 (US$ 55,1).

Em junho, as quantidades de produtos primários vendidos caíram 12,3% em relação ao ano anterior, o que foi parcialmente compensado por um aumento de 15,4% nos preços, elevando as vendas totais para US$ 2.049 bilhões.

Por sua vez, as exportações de Manufaturas de Origem Agrícola registraram um aumento de 3,7% em termos de quantidades vendidas, com preços 21% superiores aos de doze meses atrás, o que deixou um faturamento total de US$ 3.474 milhões.

Enquanto isso, o volume de embarques de Produtos de Origem Industrial aumentou 4%, com preços 12% maiores que os do ano passado, o que resultou em uma receita cambial de US$ 2.183 bilhões.

Uma área em que se observou aumento nas quantidades vendidas com maior força, da ordem de 11%, foi em Combustíveis e Energia, com preços 69% superiores aos de junho de 2021, com um faturamento total de US$ 727 milhões.

Por outro lado, a importação de Combustíveis e Lubrificantes apresentou aumento de 19% nas quantidades com valores 118% superiores aos de junho de 2021, o que resultou em pagamentos de US$ 1.953 bilhão, valor equivalente a mais que o dobro do registrado no ano passado.

Principais parceiros comerciais

Em relação aos principais parceiros comerciais, o relatório do Indec detalhou que Brasil Continua sendo o principal player, com exportações de US$ 1.240 bilhão e importações de US$ 1.693 bilhão, com saldo negativo de US$ 453 milhões.

Em segundo lugar, foi localizado EU, com exportações de US$ 734 milhões e importações de US$ 1.539 milhões, com déficit de US$ 966 milhões.

Vendas para China, por sua vez, totalizaram US$ 613 milhões e as compras US$ 1.579 milhão, com saldo negativo de US$ 966 milhões.

Os dois principais saldos positivos foram no comércio com o India e com Chile, em junho, registraram superávits de US$ 385 milhões e US$ 287 milhões, respectivamente. (Intercâmbio comercial argentino, junho de 2022)

Fonte: Telam

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