O Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca distribuiu a cota extra para exportação de açúcar bruto para os Estados Unidos para o ciclo comercial 2020-2021, que atinge um total de 3.783,7 toneladas, através da Resolução 143 / 2021.
Para o período findo em 30 de setembro, o Governo dos Estados Unidos fixou uma cota de 45.281 toneladas, que após deduzida a margem de polarização, representa 43.243,3 toneladas, já distribuídas no ano passado pela Agricultura, conforme regulamentação publicada nesta quarta-feira (04.08.2021/XNUMX/XNUMX) no Diário Oficial da União.
O texto explica que o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) formalizou uma realocação da cota tarifária de importação de açúcar bruto para o ano fiscal de 2021, e a Argentina se beneficiou de 3.962 toneladas extras, que, deduzida essa margem, totalizam 3.783,7 toneladas.
Por isso organizou a alocação de 1.199,33 toneladas para Ledesma; 802,18 para o Complexo Açucareiro de Concepción; 451,17 para Prosal; 350,02 para José Minetti; 314,66 para Empresa de Investimento Industrial; 223,02 para Arcor; 145,09 para a Usina de Açúcar Rio Grande; e 98,94 para a Balkan Sugar Company.
Cotas de 58,62 toneladas também foram concedidas à Delotte; 46,39 para Refrigerantes Salta; 37,17 para Ferma Agronegócio; 29,74 para a Usina de Açúcar San Jeronimo; 10,78 para Evergreen; 8,53 para Argenbio e 8,07 toneladas para Carrizo, Archimedes Ramon Teodoro.
O texto oficial especificava que a tonelagem estabelecida para cada moinho deve entrar no mercado norte-americano até 30 de setembro.
A cada ano, os Estados Unidos alocam à Argentina uma cota de exportação de açúcar bruto com polarização não inferior a 96 graus.
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