As exportações agrícolas da América Latina e do Caribe (15 países com dados disponíveis em julho de 2020) aumentaram 6.7 por ciento por um valor de 106 bilhões de dólares durante os meses de março a julho de 2020 em comparação com o mesmo período de 2019, informou o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
Enquanto isso, as importações caíram 4.8%, para US$ 29 bilhões.
Assim nasceu o A região obteve um aumento de 13% na sua balança comercial agrícola, no valor de 9.72 mil milhões de dólares durante o período analisado, a uma taxa interanual.
IICA esclarece que o desempenho comercial dos 15 países da América Latina e do Caribe foi desigual. E distingue três grupos principal.
Melhor desempenho comercial agrícola
No primeiro grupo, destacam-se: seis países (No verde no gráfico): Brasil, México, Paraguai, Colômbia, Costa Rica e Belize aumentando significativamente sua balança comercial agrícola durante a pandemia porque têm em comum aumentos nas exportações proporcionalmente maiores do que aumentos ou diminuições nas importações.
O Brasil aumentou suas exportações agrícolas em 20.1% em março-julho de 2020 em comparação ao mesmo período de 2019, para 42.8 bilhões de dólares, o Paraguai em 14%, para 2.6 bilhões de dólares, a Costa Rica em 11.1%, para 2.1 bilhões de dólares, Belize em 3.9%, para 90 milhões de dólares, a Colômbia em 2.3%, para 3.1 bilhões de dólares e o México em 2.1%, para 17.7 bilhões de dólares.
Por outro lado, todos eles, com exceção da Costa Rica (aumento de 0.6%), reduziram suas importações em uma faixa que vai de 14.6% (Paraguai) a 4.5% (Belize).
Desempenho comercial agrícola moderado
O segundo grupo inclui cinco paises que melhoraram moderadamente a sua balança comercial agrícola (em amarelo no gráfico): Argentina, Equador, Guatemala, Bolívia e Panamá.
A Argentina aumentou seu superávit de exportação agrícola em 3% durante a pandemia em 2020, para 14.6 bilhões de dólares, depois que as exportações aumentaram durante março-julho de 2020 em comparação com o mesmo período em 2019 em apenas 0.14%, para 16.8 bilhões de dólares enquanto as importações aumentaram 7.7%, para US$ 1.8 bilhão.

Por sua vez, o Equador aumentou as exportações em 1.9%, para quase US$ 5 bilhões, e as importações caíram 0.6%, para quase US$ 40 bilhão, com o superávit comercial aumentando em um por cento, para US$ XNUMX milhões.
A Guatemala aumentou sua balança comercial em 4.6%, para US$ 1.2 bilhão, enquanto suas exportações agrícolas cresceram 3.3%, para US$ 2.5 bilhões, enquanto as importações agrícolas cresceram 1.6%, para US$ 1.3 bilhão.
A Bolívia aumentou sua balança comercial agrícola em 4.3%, para US$ 315 milhões, mas desta vez devido a quedas proporcionalmente menores nas exportações agrícolas do que nas importações. A Bolívia exportou 600 milhões de dólares entre março e julho, o que mais que dobrou seu volume de importação, que atingiu 282 milhões de dólares.
Por fim, o Panamá reduziu seu déficit comercial em 12%, devido à queda nas exportações e importações. O Panamá passou de um déficit de 2019 milhões de dólares em março-julho de 591 para 529 milhões durante os mesmos meses deste ano.
Desempenho comercial agrícola desfavorável
O terceiro grupo de países é constituído por Chile, Peru, Uruguai e El Salvador. Esses quatro países viram sua balança comercial agrícola piorar durante a pandemia.
A deterioração mais significativa foi sofrida pelo Peru, com uma queda de 61.8% em sua balança comercial. Suas exportações agrícolas caíram 23%, para US$ 3.2 bilhões, enquanto as importações aumentaram 1%, para quase US$ 2 bilhões, conclui o relatório do IICA.
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