Os celulares importados e os montados no país não precisarão mais de selo alfandegário, pois para seu controle será utilizado o código conhecido como Identidade Internacional de Equipamento Móvel (IMEI).
A medida que permite às empresas do setor otimizar recursos foi implementada pela Administração da Receita Pública Federal (AFIP) por meio do Resolução Geral 5166/2022 publicado hoje (11.03.2022/XNUMX/XNUMX) no Diário Oficial da União.
O IMEI é um código de 15 dígitos pré-gravado pelo fabricante para identificar cada telefone celular no mundo todo e em toda a cadeia de suprimentos de forma única e inequívoca.
O número permite a individualização da marca e do modelo conforme definido pela GSM Association (GSMA), que reúne as operadoras de telefonia móvel.
Ele estará localizado embaixo da bateria, impresso no equipamento ou na caixa original.
Até agora, os dispositivos móveis precisavam ter um selo alfandegário, o que implicava um custo adicional para os importadores desses produtos ou de seus componentes.
Com essa nova regulamentação, eles poderão optar por usar o IMEI em vez dos selos fiscais.
O código que substitui os selos tradicionais Isso permitirá que o serviço aduaneiro obtenha informações em tempo real dos celulares e sua documentação associada, bem como otimize a análise de risco e os controles seletivos, para salvaguardar a posse legal dos produtos importados e conhecer sua rastreabilidade.
Esta resolução geral entrará em vigor a partir de hoje e será aplicada de acordo com o cronograma de implementação que será publicado no microsite “Regime de Identificação de Mercadorias” do site desta Administração Federal.
Com informações de Telam
O Aduana News é o primeiro jornal aduaneiro argentino a lançar sua versão digital. Com 20 anos de experiência, suas publicações e iniciativas visam facilitar o conhecimento mais relevante sobre questões aduaneiras, a fim de contribuir para o comércio seguro na região.








