As receitas fiscais aumentaram 23,8% em julho, em relação ao ano anterior, impulsionadas por um aumento significativo do IVA e do imposto sobre débitos e créditos em conta corrente.
Quanto aumentou a arrecadação?
Segurança.Os recursos fiscais ascenderam a US $ XUM milhões o mês passado.
Em particular, detalha-se o seguinte:
VAT.Em relação ao IVA líquido, houve um aumento de 42,4%, com um aumento de 32,9% no imposto IVA e de 68,2% no IVA aduaneiro.
Os setores que apresentaram melhores resultados no IVA bruto foram a indústria fabricação (41,9%) e comércio (53,8%).
GanhosEnquanto isso, a receita de Lucros apresentou um aumento de 17,7%. O aumento foi moderado porque o primeiro pagamento antecipado de seres humanos, que ocorreu em julho de 2017, ocorrerá em agosto deste ano. Também, devido ao aumento das escalas e deduções pessoais para o período fiscal de 2018.
Débitos e créditos. Por sua vez, o imposto sobre débitos e créditos em contas correntes aumentou 23,6% no mês passado, que teve dois dias úteis a menos que o mesmo mês do ano passado. Sem essa diferença, a arrecadação desse imposto teria aumentado em 36,6%.
Segurança A arrecadação no sistema de previdência social aumentou em 21,2%, impulsionado pelo aumento do salário médio bruto (23,9%) e pela primeira parcela do XNUMXº salário.
Comércio exterior. No comércio exterior, os direitos de As importações cresceram 66,9%, do aumento da taxa de câmbio. Os impostos de exportação diminuíram 6,8% devido à queda nos volumes exportados e ao programa de redução progressiva dos impostos de exportação do complexo soja.
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E os embargos?
Por outro lado, o administrador federal, Leandro Cuccioli, destacou as mudanças no sistema de embargos: “Desde o mês passado, os contribuintes podem levantar esses embargos com o dinheiro retido em suas contas, em vez de ter que recorrer a fundos de terceiros”. Com esta modalidade já foram levantadas 1300 embargos.
Haverá uma nova facilidade de pagamento?
Além disso, a partir deste mês, será implementado um novo sistema de cobrança proativa que lhe fornecerá “mais ar” para as PME com dívidas fiscais. A esse respeito, Cuccioli ressaltou que "serão dados 60 dias antes de serem apreendidos". Durante este período, a AFIP enviará alertas precoces de dívida e oferecerá planos de pagamento aos contribuintes que estão em atraso com suas obrigações.
Alívio fiscal?
Sobre os planos de facilidade de pagamento implementados em julho, Cuccioli mencionou que 66% foram utilizados “paraa para cotar dívida atual".Por esse motivo, esses contribuintes contarão com auxílio fiscal para regularizar a situação dívidas anteriores em 30 de junho de 2018. O plano terá no máximo Anos 4 (48 parcelas), com exigência de pagamento antecipado de 5 a 10 por cento do valor da dívida.
“Acreditamos que com essa flexibilidade estamos oferecendo uma solução para um grande universo de contribuintes”, concluiu o administrador federal.
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