Em junho passado, Panamá e Estados Unidos uniram forças para impulsionar o setor de semicondutores e, assim, promover uma cadeia global mais resiliente, dado o potencial do país centro-americano de ser um "centro de montagem, embalagem e testes" para esses dispositivos comumente conhecidos como chips.
Na sequência desta parceria recentemente formada, a Autoridade Aduaneira Nacional (ANA) realizou uma reunião com membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e o Ministério dos Negócios Estrangeiros para estabelecer um acordo rota de trabalho para identificar elementos seguros e confiáveis que podem fortalecer a cadeia de suprimentos de semicondutores, informou a ANA em um comunicado à imprensa emitido na quarta-feira (02.08.2023/XNUMX/XNUMX).
Nessa reunião, o Diretora Geral da Alfândega, Tayra Barsallo indicado à equipe do OCDE Devido à sua posição geográfica, o Panamá conta com vantagens como: conectividade com companhias aéreas, 5 portos (3 no Atlântico e 2 no Pacífico), zonas francas e armazéns nos portos para reembalagem de mercadorias, o que permite a gestão de estoques.
Ele também destacou as 35 empresas com reconhecimento de Operador Econômico Autorizado (OEA), os Acordos de Livre Comércio com diferentes nações e acordos de reconhecimento mútuo com vários países para agilizar processos dentro e fora das fronteiras.
Segundo a ANA, os participantes internacionais expressaram sua disposição de colaborar para se integrar à cadeia global de semicondutores e aproveitar ao máximo as oportunidades que o Panamá tem a oferecer.
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