Na Nova Zelândia, o Governo do Uruguai apresentou seu pedido de adesão ao Acordo Abrangente e Progressivo para a Parceria Transpacífica (CPTPP), informou o Ministério das Relações Exteriores na quarta-feira (30.11.2022).
O Ministro das Relações Exteriores Francisco Bustillo entregou o documento ao Ministro do Comércio e Crescimento das Exportações e Chefe das Indústrias Primárias da Nova Zelândia, Damien O'Connor.
De acordo com o comunicado oficial, os interesses compartilhados dos dois países foram particularmente destacados.
ambos os países, especialmente nas áreas agrícola e pecuária.
Além disso, as autoridades destacaram particularmente as posições conjuntas de ambos os países nas esferas multilaterais, neste sentido, concordaram com a importância de relançar a
ligação bilateral.
Após a entrega do documento para adesão do Uruguai ao CPTPP, houve uma troca de opiniões sobre o procedimento a ser seguido para fins de apreciação de tal solicitação de adesão ao bloco, que atualmente é formado por vários países da Bacia do Pacífico: Austrália, Nova Zelândia, Brunei, Chile, Canadá, Japão, Malásia, México, Peru, Cingapura e Vietnã.
Na véspera disso, os parceiros do Mercosul (Argentina, Brasil e Paraguai) tiveram uma reação adicional e alertaram em nota nota conjunta de possíveis medidas legais e comerciais caso o Uruguai insista em aderir ao CPTPP.
Esta é uma interpretação das normas do Mercosul que impede os membros do bloco de realizar negociações comerciais unilaterais.
A medida ocorre poucos dias antes da Cúpula de Chefes de Estado dos países membros e associados do Mercosul, que será realizada no dia 6 de dezembro em Montevidéu, durante a qual a Argentina assumirá a Presidência Pro Tempore do Mercosul.
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