InícioComércioChile: milhares de pessoas cruzaram o passo de Chacalluta durante as férias

Chile: milhares de pessoas cruzaram o passo de Chacalluta durante as férias

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O secretário regional do Tesouro de Arica e Parinacota, Pablo Arancibia, e o diretor regional de Alfândega de Arica, Osvaldo Osorio, pediram aos turistas nacionais e estrangeiros que se informem sobre o que constitui a bagagem do viajante e recomendações para uma viagem segura. Eles destacaram que durante essas férias de inverno mais de 357 mil pessoas cruzaram o complexo fronteiriço Chacalluta-Santa Rosa (norte).

 

Durante o primeiro semestre deste ano, 1.772.817 passageiros entraram por Chacalluta e 1.715.390 saíram. O número é muito semelhante ao mesmo período do ano passado, porém, houve um aumento de 3,23% no fluxo de veículos particulares e 8% no transporte público.

O ministro regional da Fazenda, Pablo Arancibia, disse que para o governo do presidente Sebastián Piñera é muito importante que os viajantes internacionais estejam informados e saibam quais produtos podem ou não entrar no país, para o qual recomendou visitar o site www.aduana.cl e aprenda sobre as diferentes franquias e regulamentações atuais.

“A alfândega é a primeira linha de proteção do país e seu trabalho, além de impedir a entrada de substâncias ou produtos potencialmente perigosos para as pessoas, inclui supervisionar o pagamento adequado de direitos aduaneiros e impostos sobre mercadorias que entram e saem do país, garantindo o comércio legal.”, acrescentou Arancibia.

Regime de Bagagem

O Diretor Regional da Alfândega de Arica, Osvaldo Osorio, explicou que os viajantes internacionais estão cientes das franquias relacionadas à sua bagagem. “É importante declarar o que você traz porque há itens que não são permitidos, alguns que precisam de certificados ou aprovações e outros que exigem o pagamento de impostos.”

Ele disse que os passageiros que trouxerem mercadorias de até US$ 3.000 sem caráter comercial podem realizar o procedimento diretamente na Alfândega, sem a necessidade de um Agente Aduaneiro, e depois pagar os impostos e taxas correspondentes no caixa registrador instalado no complexo Chacalluta. Se o valor for maior, é necessário um Despachante Aduaneiro e, enquanto isso, os produtos são retidos.

Para mercadorias comerciais de menos de US$ 1.000, os viajantes também podem fazer a declaração diretamente na Alfândega e pagar impostos e taxas no escritório do Tesouro. Vale ressaltar que o valor da mercadoria é calculado com base nos documentos apresentados pelo viajante, além da avaliação ou laudo feito pelos fiscais. Sobre esse valor são aplicados impostos de 6% de taxa alfandegária, 19% de IVA e 1% de taxa de verificação de avaliação.

 

 

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