Argentina e Nova Zelândia incorporam lições aprendidas para melhorar o sistema regulatório de importação de produtos vegetais.
A Nova Zelândia está buscando melhorar seus processos de análise de risco de pragas, bem como seu sistema regulatório de importação. A Argentina faz parte do grupo de países selecionados para aprender na busca de uma resposta oportuna às diferentes exigências para acessar mercados, aproveitando os benefícios proporcionados pelas novas tecnologias, explica o comunicado do Senasa.
"Como ambos os países são claramente exportadores agrícolas, há muitas áreas de conexão e cooperação voltadas à inovação de ações em saúde vegetal e animal e segurança alimentar na esfera pública e nas relações público-privadas", disse o presidente do Senasa, Ricardo Negri.
O presidente e os diretores da Senasa receberam a equipe do Ministério das Indústrias Primárias da Nova Zelândia, acompanhados pela Embaixadora daquele país na Argentina, Raylene Liufalani.
Análise de risco, comércio eletrônico e controle fitossanitário
Técnicos da Senasa transmitiram os processos de quarentena externa, ou seja, as principais ações que são implementadas nas etapas de pré-entrada, entrada e pós-entrada das importações de produtos vegetais regulamentados no país.
Regulamentação de importação na Argentina, realização de análise de risco de pragas e a operação do sistema informatizado de importação de produtos de origem vegetal (SIGPV-IMPO), no papel do Organismo Nacional de Proteção Vegetal (ONPF), fez parte da pauta.
E o comércio eletrônico como controle fitossanitário de contêineres marítimos Eles também eram tópicos de interesse comum para ambas as organizações.
NZ
É um país localizado no sudoeste do Oceano Pacífico e é formado por duas grandes ilhas: a Ilha Norte e a Ilha Sul, além de outras ilhas menores.
A agricultura e a pecuária são as principais atividades econômicas. Para competir, este país aumentou a eficiência de suas operações.
É importante mencionar que o Ministério das Indústrias Primárias da Nova Zelândia aprovou, em outubro de 2018, o certificado proposto pela Senasa para exportar bílis bovina para uso farmacêutico para este destino.
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