InícioComércioArgentina lidera certificação fitossanitária eletrônica na América Latina

Argentina lidera certificação fitossanitária eletrônica na América Latina

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O governo nacional liderou o Workshop Regional sobre Certificação Fitossanitária Eletrônica (ePhyto), que aconteceu no Palácio San Martín, em Buenos Aires, de 11 a 13 de setembro, no âmbito do projeto internacional denominado “ePhyto Solution”.

América Latina e Sudeste Asiático

"Foi um encontro muito importante onde explicamos como temos trabalhado com certificados fitossanitários eletrônicos para todos os países da região da América Latina e para vários países do Sudeste Asiático para melhorar o comércio dos nossos produtos de forma digital, fácil, transparente e confiável para todos os consumidores", explicou o presidente do Senasa, Ricardo Negri, no encerramento do evento.

Setor privado

“O próximo passo é convidar o setor privado para começar a usar esta ferramenta que já está desenvolvido e em operação entre os países agrícolas mais importantes para gerar negócios e muito mais empregos", acrescentou Negri.

Nesse sentido, o vice-presidente do Senasa, Guillermo Rossi, afirmou que “o papel do certificado fitossanitário eletrônico é facilitar o comércio por meio de certificados mais seguros e rápidos. A Argentina considerou a questão estratégica e replicável para outras áreas de certificação, como saúde animal e segurança alimentar.. "

 “Hoje já temos seis países que estão trocando os primeiros certificados eletrônicos com todas as vantagens que isso implica, facilitando o comércio, fornecendo segurança para as remessas, sendo também um suporte que um país dá para que um produto seja exportado livre de pragas para outro país, mantendo uma comunicação direta entre eles sem ser perdido ou falsificado esses documentos”, esclareceu Rossi.

Público-Privado

“É importante destacar a grande vantagem da troca desses certificados pela plataforma, harmonizadas na Convenção Internacional sobre Proteção Vegetal, de modo que o impacto no comércio seja maior. O próximo passo é valorizar o impacto concreto do certificado, articulado com o trabalho público-privado., concluiu o vice-presidente da Senasa.

Benefícios

  • Potencial redução de certificados fraudulentos
  • Melhora a segurança na transmissão de certificados em comparação com certificados em papel
  • Eficiências na chegada e liberação de plantas e produtos vegetais no ponto de entrada
  • Redução de custos
  • Possibilidade de vinculação à iniciativa “Janela Única” da Organização Mundial das Alfândegas e harmonização de códigos e processos; e uso de padrões internacionais harmonizados de comércio eletrônico entre governos.

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