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Argentina é o sétimo operador portuário de carga da América Latina em 2018

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Os dez países com maior contribuição ao volume total de cargas movimentadas foram responsáveis ​​por 84,1% do movimento regional, segundo o relatório anual da CEPAL.

A movimentação de cargas conteinerizadas nos portos da América Latina e do Caribe aumentou 7,7% em 2018 em relação ao ano anterior, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (3.4.2019) pela CEPAL.

A análise inclui o comportamento de uma amostra de 31 países e 118 portos e áreas portuárias da região.

Segundo o relatório anual apresentado pela agência das Nações Unidas – que em anos anteriores era distribuído sob o nome de ranking portuário – os dados mantiveram, em grande parte, a heterogeneidade demonstrada no comportamento dos movimentos portuários em períodos anteriores, tanto em nível portuário quanto de país. Do total da amostra, 66 portos e áreas portuárias melhoraram seus números em relação a 2017.

O volume total de atividade em 2018 ultrapassou os 53,2 milhões de TEU, o que representa 7,1% da movimentação de contentores (Taxa de transferência) em todo o mundo, apresentando um ligeiro aumento na variação em relação ao ano anterior (quando atingiu 6,6% do Taxa de transferênciaglobal).

Os dez países com maior contribuição ao volume total de cargas movimentadas foram responsáveis ​​por 84,1% da movimentação regional. São eles (ordenados do maior para o menor, de acordo com o número de TEUs mobilizados): Brasil, México, Panamá, Colômbia, Chile, Peru, Argentina, Equador, República Dominicana e Jamaica.

Segundo dados amostrais compilados pela CEPAL, em 2018 a Costa Leste da América do Sul (CEAS) registrou um aumento de 12% na atividade dos portos e áreas portuárias, medido pelo volume operado. Enquanto isso, a Costa Oeste da América do Sul (WCOS) continuou sua ligeira progressão ascendente, crescendo 7% em 2018, em comparação com 6% entre 2016 e 2017. O Caribe registrou um crescimento de 12% no movimento total de contêineres, enquanto a América Central (excluindo o México) teve um crescimento mais sutil de 7% somente na Costa Oeste, já que a Costa Leste basicamente manteve o mesmo movimento de 2017. A zona do Golfo do México cresceu 8% em comparação a 2017, e o México Pacífico 11%. O Panamá, por sua vez, apresentou crescimento em sua costa caribenha (11%) em relação ao tráfego total do país, enquanto sua costa do Pacífico registrou queda de -16%.

Nesta ocasião, o relatório anual portuário da CEPAL incluiu algumas modificações em seu formato para incluir outras análises de dados, que também serão incorporadas no futuro ao perfil marítimo e logístico que ele produz.

Entre as novidades, está o exame da tonelagem movimentada por portos e áreas portuárias em 2018. Dos 20 portos e áreas portuárias da amostra, apenas os do Brasil têm tonelagem individual acima de 100 milhões, enquanto os vinte principais incluem portos da Argentina, Brasil, Colômbia, México e Panamá.

  

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