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Argentina simplifica cadeia apícola

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O Ministério da Agroindústria agiliza e otimiza os processos administrativos da cadeia por meio do aumento do registro de dados, georreferenciamento de apiários, autogestão e recadastramento de salas de extração de mel, entre outras medidas.  

 

Através da coordenação da Subsecretaria de Alimentos e Bebidas em conjunto com o Conselho Nacional de Apicultura, foi possível vários processos para simplificar procedimentos e reduzir custos para apicultores e exportadores de todo o país.

Em primeiro lugar, tornou-se generalizado Registro Nacional de Apicultores (RENAPA) online, que foi utilizado por 8.822 produtores para atualizar seus dados e georreferenciar 2.230.133 colmeias em todo o país, correspondendo a 26.191 apiários.

Essas informações, que estão disponíveis no portal da Agroindústria por meio de um trabalho conjunto com a Subsecretaria de Informação Pública e Estatística, permitem a coordenação de ações entre os diferentes organismos nacionais. O georreferenciamento oferece ao Serviço Nacional de Segurança e Qualidade Alimentar (Senasa) a oportunidade de informar, por exemplo, aos produtores afetados por gafanhotos as datas da fumigação, para que possam tomar as devidas precauções.

Além disso, eles podem planejar programas de saúde e precauções contra intempéries, entre muitos outros benefícios tanto para produtores quanto para agências reguladoras.

Por outro lado, avançou-se em conjunto com a Senasa no sistema de autogestão do Documento de Trânsito Eletrônico (DTE) de colmeias, os dados on-line do RENAPA foram compatibilizados com o aplicativo DTE e agora podem ser gerenciados eletronicamente, incluindo também um custo menor para esse tipo de procedimento.

Além disso, em relação ao processo de recadastramento de salas de extração de mel, mais de 1.400 estabelecimentos apícolas em todo o país atenderam à solicitação. Esses dados serão a base do novo sistema de rastreabilidade totalmente online que será introduzido no início do ano que vem, reduzindo custos e tempo nos procedimentos de comercialização.

Na sua vez, Com a colaboração da Alfândega, o preço de referência foi eliminado (valor do critério de exportação), o que gerou atrasos e custos extras no processo de exportação. Da mesma forma, a coordenação de ações com o Instituto Nacional de Alimentos (INAL) permitiu simplificar os registros para exportação de alimentos embalados, incluindo o mel fracionado, facilitando assim que as PMEs exportadoras evitem ter que se deslocar a Buenos Aires para tramitar o procedimento.

Por fim, o Ministério da Agroindústria gerou a Sistema de Informação do Mel (SIM) para que os produtores possam saber o preço de referência do mel a granel e também do mel fracionado em cada região do país a cada semana. As informações nos permitem tomar melhores decisões e entender como os mercados interno e externo evoluem.

A Argentina exporta 95% de sua produção de mel. Até novembro, foram negociados cerca de 148 milhões de dólares, com um preço médio por tonelada exportada de 2.583 dólares.

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