A AFIP ordenou a batida na joalheria Simonetta Orsini, conhecida como a joalheria do poder. Era parte de um caso envolvendo o contrabando de relógios de luxo avaliados em cerca de 6 milhões de dólares.
Depois de um iInvestigação da Receita Federal (AFIP) por Suposto contrabando na importação irregular de relógios de luxo, a Justiça ordenou a realização de mais de 10 operações de busca e apreensão vinculadas à Joias Simonetta Orsini, conhecida como a joalheria do poder porque tem clientes que incluem políticos, celebridades e juízes.
A investigação foi iniciada a partir de uma denúncia apresentada por um terceiro à AFIP, detalhando operações irregulares envolvendo o suposto reenvio de mercadorias para o exterior quando, na realidade, esses itens acabaram sendo vendidos no mercado interno.
A operação envolve relógios das marcas: Ademar Piguet; Vacheron Constantin; Cartier, Jaeger Lecoultre; Breguet; Lange e Sohne.
Pesquise também estende-se a outras grandes joalherias do grupo –PS GROUP SA e DAJIJ SA– com a mesma operação irregular na importação de relógios.
Participaram das operações agentes da AFIP e da Corregedoria Jurídica da Polícia Federal.
O caso está sujeito à confidencialidade.
O Aduana News é o primeiro jornal aduaneiro argentino a lançar sua versão digital. Com 20 anos de experiência, suas publicações e iniciativas visam facilitar o conhecimento mais relevante sobre questões aduaneiras, a fim de contribuir para o comércio seguro na região.








