O Governo Nacional abriu inscrições para a cota de exportação de 5.000 toneladas de carne bovina para os Estados Unidos.
Isso é estabelecido pelo Resolução 21 publicado nesta segunda-feira (28.1.2019) no Diário Oficial da União, por meio do qual são estabelecidos os procedimentos para os frigoríficos interessados em enviar cortes desossados resfriados ou congelados, segundo o critério internacional “primeiro a chegar, primeiro a ser servido”.
requisitos
Empresas e grupos de produtores ou associações de criadores de raças bovinas Eles devem ter um registro atualizado no RUCA e ser autorizados pelo Senasa, determina o regulamento.
O Certificado de Exportação Será gerido através da Plataforma de Procedimentos Remotos (TAD), preenchendo o formulário denominado “Cota de Carne Bovina para os EUA – Certificação” como declaração juramentada, e deverá ser acompanhado do documento aduaneiro que ateste a concretização da exportação (Shipping Permit), do documento comercial (Fatura E) e do documento sanitário emitido pela Senasa.
A Argentina terá um benefício de acesso a uma cota de 20.000 mil toneladas por ano, o que representaria de US$ 150 milhões a US$ 180 milhões, enquanto exportações que excederem esse volume terão que pagar outra tarifa de importação de 26,4%.
Colômbia
Por outro lado, através da Resolução 24, A agroindústria distribuiu igualmente entre nove empresas, a 2ª cota de exportação de carne bovina resfriada e congelada para a Colômbia, e deixou um fundo livremente disponível de 85 toneladas.
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